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segunda-feira, novembro 24, 2003

 

Arquitetura de emplastro no USITETO:

Seg17Nov2003: Alunos de Materiais construtivos (5º per) + Prof Rogerio = experiência no USITETO montado ao lado do prédio da arquitetura.

Tenta-se verificar se é possível construir paredes para casas populares com este sistema inventado por Bernard Maybeck em 1920 na California (EUA). Maybeck era professor de materiais construtivos na UC Berkeley. Após alguns incêndios na Bay Area, Maybeck resolveu molhar sacos de juta em concreto para "embrulhar" estruturas de madeira e torná-las mais resistentes ao fogo. Tendo perdido sua casa num dos incêndios em Berkeley, fez sua nova casa/estúdio neste sistema, que consiste em esticar fios de arame e ali pendurar sacos "empapados" de concreto.

Estranhou-se a falta de informações e a descontinuidade deste sistema barato, simples, e provavelmente, adequado para a habitação popular no Brasil. A pesquisa incluiu até troca de e-mails com herdeiros de Maybeck (Fundação Maybeck) e com o atual morador da casa/estúdio (Siegfried Brockmann, um químico aposentado que tirou fotos, juntou informações e até fez medições na sua casa só para nos atender). Apenas duas outras casas neste sistema foram localizadas no Hawaii, construídas na década de 1970 por uma arquiteta, ex-aluna, admiradora de Maybeck (Emily Zants).

Devido à falta de informações sobre as técnicas empregadas por Maybeck, decidiu-se limitar a experiência a um pequeno trecho do USITETO, onde foi executada apenas uma meia-parede. Uma das maiores dificuldades foi a falta dos sacos de juta, que já não são mais comuns, nem baratos. Só se conseguiu 23 sacos para esta experiência, e faltou um pouco de cimento, mas outros materiais foram pré-pesquisados para que a turma do próximo período possa modificar a experiência utilizando materiais diferentes, tais como telas de plástico, e buchas de fibras naturais.

A experiência não se destinava a definir parâmetros construtivos, nem se pretendia executar uma parede inteira. Se optou por apenas tentar definir os materiais e processos mais adequados para uma segunda rodada de experiências no próximo semestre, quando outra turma de materiais construtivos poderá evoluir com esta idéia.

Seguem fotos da experiência, com as respectivas legendas:

OBS: Quando o tráfego passa de 5MB por dia (número de vezes que este blog é aberto x o tamanho das imagens) estas fotos deixam de aparecer até virar outro dia (serviço free é assim)


01: Material utilizado - custo total de menos que R$10;
02: Medidas, ajustes e estiramento dos fios de arame entre os montantes do USITETO;
03: Ensaio a seco;
04: Lavagem prévia da betoneira;
05: Carregamento da betoneira com cimento 5L, gesso 1L, areia 20L e água 40L (volumes aproximados);
06: Colocação de corantes verdes (03 tubinhos de corante líquido Globo verde);
07: Carregamento dos 23 sacos de juta;
08: Descarregamento dos sacos após 15 minutos na betoneira;
09: Colocação dos sacos embebidos em concreto, dobrados sobre os fios de arame;


10: Distribuição dos sacos;
11: Arremate dos sacos;
12: Grampeamento dos sacos para cobrir os montantes intermediários de madeira;
13: Final da construção;
14: Trecho com distribuição adequada de concreto;
15: Trecho com excesso de concreto;
16: Trecho com falta de concreto;
17: Junção dos sacos (com grampos de arame);
18: Cobertura da parede com lona plástica para a cura até o dia seguinte (tempo bastante úmido);
19: Parede no dia seguinte (retirada da lona);
20: Tela plástica a ser utilizada na próxima experiência (devido à falta de sacos de juta);
21: Outro tipo de tela de plástico;
22: Tecido de plástico (outro material possível)

Área construída: cerca de 7,5m2
Custo total: R$7,50 (Cerca de R$1,00 por m2)
Tempo total de execução: 2horas (cerca de 10 minutos por m2)

 

Visita à USIMINAS

Ter18Nov2003: 36 alunos de Estruturas de aço e madeira (4º período) e Materiais construtivos (5º período) + Prof Rogerio + atencioso acompanhamento da USIMINAS por Carlos Henrique Coelho Ferreira e Lincoln Rubim de Souza (que veio do escritório de BHzte especialmente para acompanhar a visita) = visita de alunos de arquitetura à USIMINAS

Roteiro:
08:30h - Chegada dos alunos ao escritório Central em ônibus do Unileste.
09:00h - Deslocamento para a Usina Intendente Câmara.
09:30h - Visita a Usina Intendente Câmara com paradas:
Coqueiras (de passagem)
Altos Fornos (de passagem)
Aciaria
Laminação de Chapas Grossas
Laminação de Tiras a Frio
Unigal
12:00h - Almoço no Restaurante da Lagoa
13:00h - Visita à Usiminas Mecânica
16:00h - Partida dos estudantes para o Unileste
Fim da Visita

OBS: Quando o tráfego passa de 5MB por dia (número de vezes que este blog é aberto x o tamanho das imagens) estas fotos deixam de aparecer até virar outro dia (serviço free é assim)


sábado, novembro 22, 2003

 

Por falar no concurso em Glasgow, olha só a ponte provisória e o auditório do outro lado:

Esta passarela "temporária", patrocinada pelo Whisky Bell's, ia servir só para o trânsito de pedestres durante o Glasgow Garden Festival de 1988. O prédio do lado de lá é o Clyde Auditorium, vulgo "o tatú" (proj: Foster and Partners). A passarela giratória se rotaciona no pilar central para a passagem de barcos.


referências e maiores informações:
http://www.secc.co.uk/
http://www.rampantscotland.com/glasgow/glw_bells.htm
http://www.collectionspicturelibrary.com/scotland2.html
http://www.macfish.com/ogston/web.php
http://www.ekcameraclub.freeserve.co.uk/may2001.htm

 

Mais uma passarela de pedestres:

Millennium Bridge: Londres, Inglaterra (1996-2002): Colaboração entre os arquitetos da Norman Foster and Partners, o escultor Anthony Caro, e os engenheiros da Ove Arup and Partners. É a mais nova ponte de pedestres em Londres desde 1894, ligando a City e a Catedral de St Paul ao norte do the Globe Theatre (recém reconstruído) e da Tate Modern (na outra margem do Tâmisa).

Sobre um deque em alumínio, uma balaustrada em aço inox e uma tela protegem os pedestres dos ventos. O conceito estrutural é simples, apesar do vão de 320m. Trata-se de uma ponte suspensa, sobre apenas 2 suportes em Y, onde se apoiam 8 cabos, 4 de cada lado da passarela de 4m de largura. Braços transversais em aço (postes inclinados) "enrijecem" os cabos a intervalos de 8m e suportam o deque. A diferença, em termos estruturais, é que estes cabos estão a apenas 2,3 m do deque, uma distância 10 vezes menor do que a que seria considerada normal em pontes suspensas. Isto não só permitiu aos pedestres uma melhor visualização de Londres, como produziu o resultado visual de uma fina fita brilhante (por causa do alumínio e do aço durante o dia; e das luzes, durante a noite).
Desenvolvida através de simulações computadorizadas e testes de estabilidade em túnel de vento, porém, a ponte apresentou excessivas movimentações do deque. Descobriu-se que esta movimentação se devia ao sincronismo dos passos da multidão de usuários, fato desconsiderado nos cálculos de projeto, mas que causava mal estar aos pedestres. A ponte teve que ser fechada brevemente, para a instalação de amortecedores entre o deque e os pilares inclinados.

referências:
http://www.fosterandpartners.com/internetsite/html/
http://www.bluffton.edu/~sullivanm/england/london/millennium/foster.html

 

Site do Santiago Calatrava

Quem tiver pressa na visita ao site pode só clicar em "slide show" (embaixo à esquerda), mas o site vale á pena visitar com mais tempo.

referência:
http://www.calatrava.com/

 

Outra interessante passarela de pedestres em curva

Seguindo o thread da passarela em Roma ("A Vírgula"), o Richard Rogers Partnership (RRP) venceu o Glasgow Bridge Competition com a proposta o "Caminho de Netuno", de uma passarela de pedestres sobre o Rio Clyde em Glasgow. Um deque suspenso é atirantado a um arco de compressão "semi-deitado". A construção, orçada em 40.000.000 de libras, está programada para Agosto de 2005.
glasgow bridge
referências e outras informações:
http://www.glasgowbridge.com/sub_4.html
http://www.richardrogers.co.uk/html/newsmoreinfo1.htm

terça-feira, novembro 11, 2003

 

Depois do edifício nuvem, o edifício bolha

(contribuição: Carla)

referências, outras informações e imagens:
Centro Nacional de Natação -> http://www.vitruvius.com.br/institucional/inst66/inst66.asp
http://www.ptw.com.au/index_ptw.asp
http://www.ptw.com.au/Clients/PTW/template_news1.asp?category=500&par_category=493
http://en1.beijing-2008.org/94/29/article211612994.shtml

domingo, novembro 09, 2003

 

A escola (escala) do modernismo paulista: Paulo Mendes da Rocha e o vazio coberto na Praça do Patriarca, São Paulo-SP

O pórtico sustém uma cobertura em casca nervurada assimétrica e tensionada, revestida em chapas metálicas. A execução do pórtico durou nove meses. As fundações radier, foram situadas fora dos limites da galeria Prestes Maia (subterrânea), depois, foi montado o pórtico e, em seguida, içada a casca, que depois de tensionada (para ficar na posição em que parece que vai cair), passou a ser revestida.

Não sei mais o que dizer deste projeto tão bacana quanto inadequado para o lugar.

referências, outras informações e imagens:
http://www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq018/arq018_01.asp
No Vitruvius tem desenhos e uma ficha técnica
no site da ArcoWeb tem um flash com os desenhos
http://www.sampacentro.com.br/anhangabau/#
crítica de Guilherme Wisnik e debates no Vitruvius

sábado, novembro 08, 2003

 

Temporäre Fußgängerbrücke am Architektenklub

Passarela de pedestres temporária para o clube de arquitetos. Inaugurada em 2002 em Munique (Alemanha). É bonita, mas além de acintoso para clube de arquitetos, parece pouco adequada ao lugar. Como se o prédio esguichasse sangue. Acidentes de trânsito devem ter piorado por ali.


referências:
http://www.structurae.net/en/structures/data/str10037.php

 

Fábrica da IGUS GmbH (polímero injetado), em Colônia, Alemanha (proj: Nicholas Grimshaw)

Com orçamento apertado, a fábrica precisava mudar, e o programa exigia um projeto flexível, para que, mesmo depois de pronta, a nova fábrica ainda pudesse crescer, diminuir e mudar seus módulos de produção para lá ou para cá no terreno, conforme as necessidades do mercado.
Isso é a prescrição do caos arquitetônico, mas a solução é simples. Toda a estrutura é suspensa por apenas 4 pilones estaiados nos domos de ventilação e iluminação nos tetos, e as vedações (internas e externas) são em painéis intercambiáveis de alumínio e vidro, todas penduradas nos tetos. Estes dois componentes modulares definem todo o projeto como aberto, flexível, mutante etc. Tanto que os estacionamentos nunca tiveram vagas marcadas, e os funcionários passaram a andar de scooters dentro da fábrica (estacionando ao lado das bancadas). De 1994 a 2001 foram realizadas mais de 50 modificações significativas na disposição dos módulos. O departamento mais estável se manteve sem alterações de lay-out por apenas 2 anos.

referências, outras informações e mais fotos:
http://www.grimshaw-architects.com/projpage1.asp?id=18
http://www.fastcompany.com/online/49/fastfactory.html
http://www.igus.com
http://web-1.igus.de/default.asp?LANGUAGE=P

quarta-feira, novembro 05, 2003

 

Alguma coisinha sobre novos materiais

Este post foi tirado daqui e levado para o blog anexo edsm (http://edsm.blogspot.com/) para distribuir melhor os espaços e os assuntos por página. Vale à pena visitar o post no outro blog.

 

Estais me entendendo?

Algumas imagens de estais:
Estação sobre Ponte estaiada (Linha 5 em São Paulo-SP)Obras da Nova Imigrantes (SP)

Obs: As 3 imagens acima são uma cortesia (involuntária) da Protende. Passe o mouse sobre as 2 primeiras fotos para ver os nomes das obras

Ponte rodoviária Alamillo, de Santiago Calatrava para a exposição de 1992 em Sevilha na Andalucia (Espanha). Com um pilono assimétrico (tubo de aço revestido em concreto), inclinado 58º para trás (sem estaiamento traseiro), com 162m de altura, equilibrado pelos estais no tabuleiro de concreto aramado (vão de 270m).


Em náutica, os estais estão marcados com pequenos "e"s no desenho seguinte:


Mudando de estai para cavaco, lembrei de uma ponte pênsil recém inaugurada (Out2003) em Carneirinho (Triângulo Mineiro), na divisa com Mato Grosso do Sul. Saiu naquelas fotos do cabeçalho do jornal Estado de Minas, mas depois de um tempo o link estragou, então achei umas fotos da Agência Nacional. Tem estrutura de metal e tabuleiros de concreto sustentados por cabos de aço (662 metros de comprimento por 16 metros de largura).

 

Mais arquitetura de emplastro (agora no Hawaii)


 

arquitetura de emplastro

E a casa de sacos do Maybeck (1924, Berkeley, California), hein, hein?
Maybeck junto a uma escultura de emplastro
Está chegando o dia (Seg17Nov2003) de emplastrar o USITETO. Na hora vai ser aquele operariado todo. Segundo aclamação entre os os alunos: Projeto GAMBIARRA (isso é um saco!)

Receita de arquitetura de emplastro: Para o concreto basta um saco de cimento (menos de R$15, o Lucão ficou de descolar uns memorandos espertos para liberar uns material cons dotô), umas 3 latas de areia fina (já peneirada, uns R$12), e se possível, uma latinha de soda cáustica e outra de pó de alumínio (para fazer o bubblecrete, segundo a Lilian: deve ter na Casa Avenida). Para fazer o bubblecrete, acho melhor contarmos com o auxílio luxuoso do Santo Deon. Sim, claro, precisamos da betoneirinha (o xodó do Caldeira, segundo me contaram) ligada e funcionando perto do USITETO (o piloto vai ser o Cristiano). Precisamos de um rolo de arame galvanizado (aquele de amarrar fôrma de madeira em obra) + uns toquinhos de madeira para fazer torniquetes (idéia do Reginaldo). Para as "paredes", precisamos de uns 100 sacos de juta (sacos de mauá, segundo a Raquel), já lavados (tipo saco de café, de batata, essas coisas). Isto normalmente é vendido em chácaras de paisagismo (cerca de R$0,20 o saco), como aquela, grande, ao lado do Shopping do Vale do Aço. Também precisamos de um ou dois carrinhos de mão (idéia da Lucilene), para transportar os sacos da betoneira para os varais. Bom, sempre faltam uns alicates, umas escovas ou vassouras velhas (para escovar os sacos pendurados nos varais), umas luvas, uns aventais ou roupas velhas, e afinal de contas: sabonetes e shampoos para resíduos de concretagem. A receita é a seguinte: Primeiro esticam-se os arames (horizontalmente) entre dois montantes do USITETO, a intervalos de cerca de 40% do comprimento dos sacos (medir os sacos antes, ou consultar a Elisângela). Enquanto isso, coloca-se o concreto (cimento + água + areia) para rolar na betoneira, juntamente com alguns corantes (que a Ninfa Gil ficou de pegar no Laboratório), jogam-se alguns sacos lá dentro, retiram-se os sacos empapados em concreto para as bacias, levam-se as bacias até os varais, e penduram-se os sacos, ajeitando tudo bem bonitinho com as escovas (ver fotos acima). A partir daí, prepara-se nas imediações uma churrascada (por conta da Wanessa) com cerveja (por conta do tio gegeca) e pagode (por conta da Denise). É isso aí, moleque, emplastro também é arquicultura.

 

E por falar em estais, relembrando a discussão de que a maioria das pontes em arco não é, na realidade, estaiada, mas sim atirantada em arco

Que tal a Lupu Bridge em Shaghai (China)? O arco que sustenta a ponte por meio de tirantes, é por sua vez sustentado por outros tirantes nas colunas das extremidades. Vejam a diferença das torres, entre o projeto (1ª foto) e a realidade (2ª foto).

Esta ponte de US$ 270 milhões, segundo o Daily News do Sri Lanka, seria a mais longa ponte em arco metálico do mundo, com vão de 750m (550m sob o arco). 29m de plataforma.

 

estais e esteios

A propósito da discussão sobre a definição e a etimologia dos termos estai, estais, estaiada(o), estal, esteio etc:
Segundo o dicionário Aurélio, "estai" vem do francês antigo estai, estay (atual étai).
1. Marinh. Qualquer dos cabos que agüentam a mastreação para vante.
2. Marinh. Qualquer cabo destinado a suportar em posição vertical um turco, chaminé, balaústre ou qualquer outra peça do equipamento da embarcação.
3. Bras. Constr. Nav. Haste metálica geralmente cilíndrica, que serve para manter em posição qualquer parte ou peça da embarcação.
Já, "esteio", segundo o Aurélio, teria origem obscura, mas parece muito com stay (inglês). E a definição náutica tanto de esteio, quanto de stay em inglês, é o cabo que suporta o mastro.
Segundo o Aurélio, Estaiar: [De estai + -ar2.] quer dizer: Agüentar com estai(s); e Estear: [De esteio + -ar2.], quer dizer: Suster com esteios ou escoras; escorar; amparar, sustentar; proteger, estribar, firmar, basear-se, apoiar-se. Então, parece que estai é um ou mais cabos (ou hastes metálicas rígidas) que sustenta(m) um mastro ou coluna em pé. Neste sentido, um estai não serviria para sustentar nada pendurado na ponta de baixo do cabo, porque ao contrário, o estai precisaria estar ancorado (ou apoiado) embaixo para ser tracionado na outra ponta, em cima.

 

passarela de pedestre no Parque da Villa Doria Pamphili em Roma

Ponte pedonale Parco di Villa Doria Pamphili: Sopra la via Olimpica. Lungo 47 m, progettato da Massimo D'Alessandro in collaborazione con Ove Arup & Partners International

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